Tribunal da Irlanda recusa acção da Ryanair contra o seu chefe de Operações

O Tribunal Superior da Irlanda rejeitou a acção interposta pela Ryanair contra o seu Chefe de Operações Peter Bellew porque este quer passar a trabalhar com a EasyJet até 2021.


Para aquele orgão superior de justiça da Irlanda o argumento invocado pela companhia irlandesa não tem cabimento “ uma vez que a clausula de compromisso de 12 meses que invoca é inaplicável” refere Nasdaq.com. Durante as duas semanas de audiências, a Ryanair argumentava que Bellew possuia informações de grande valor competitivo e estava obrigado a uma clausula de compromisso que o impedia de começar a trabalhar para a EasyJet a partir de Janeiro de 2020.


O Juiz Senan Allen considerou que mesmo que a clausula de compromisso seja válida, é considerada injustificadamente restrictiva não permitindo a Bellew trabalhar para qualquer outra companhia de aviação, que não pertençam ao mesmo segmento de mercado da Ryanair.“Creio que neste caso, o acordo se interpretado adequadamente, evitaria que o acusado acite um contrato com qualquer companhia aérea europeia, incluído as compnhias similares, o que vai para além daquilo que o requerente justificou” afirmou Allen no seu parecer ( Ryanair: a sua “roupa suja” abanam na frente do juiz



Ryanair vai recorrer da decisão do Tribunal Superior argumentando que Bellew possui informação de imenso valor competitivo, insistindo no facto de que o compromisso significava que não poderia trabalhar na EasyJet até Janeiro de 2021

#EstamosON

Corona - Covid19

Subscreva a newsletter oturismo.pt
captcha 

Publicidade

Actualidade