Grupo Vila Galé registou 1,9 milhões de dormidas e 115 milhões de receita, em 2019

Grupo Vila Galé registou 1,9 milhões de dormidas e 115 milhões de receita, em 2019
O Turismo PT

O Vila Galé registou cerca de dois milhões de dormidas e 115 milhões de euros em receitas na actividade em Portugal, registando um crescimento de três milhões de euros em relação a 2018.

Segundo o Administrador "houve tendência para uma descida, mas a partir do mês de Julho houve uma recuperação", pelo que o ano de 2019 "acaba por ficar mais ou menos na mesma, embora se pensasse que iria haver uma quebra relativamente a 2018".
Gonçalo Rebelo de Almeida anunciou que "excluindo o impacto das receitas das duas unidades que o grupo inaugurou no ano passado – Vila Galé Douro Vineyards e Vila Galé Collection Elvas -, as receitas em Portugal foram de 106 milhões de euros. Um resultado operacional que  deve chegar aos 50 milhões de euros, depois de fechadas as contas".

Num encontro com a imprensa o Administrador afirmou que "o Algarve acaba ligeiramente abaixo mas não tem grande expressão e Lisboa, Porto e o Alentejo também se mantiveram. No entanto verifica-se alguma desaceleração, facto que se verificou em todo o país".

O mercado nacional continua a ser o principal das unidades em Portugal, "representando 30% das dormidas, seguindo-se o mercado britânico, alemão, espanhol e brasileiro". Gonçalo Rebelo de Almeida salientou ainda "o crescimento do número de hóspedes de mercados como o italiano e o norte-americano, com aumentos de 13% e 18%, respectivamente". Realçou também No entanto a "tendência de crescimento dos Estados Unidos, Canadá" e o crescimento de mercados provenientes da Ásia, concretamente da "China e Taiwan, onde acrescem ainda os de Israel e Austrália". No entanto existiu “uma desaceleração dos mercados tradicionais, como os Países Baixos, Reino Unido e Alemanha".

 

Já do outro lado do Oceano, Brasil, onde o grupo detém nove unidades hoteleiras, registaram-se 1,5 milhões de dormidas e cerca de 82 milhões de euros em receitas, com a cotação do real a 20 de Janeiro, uma subida homóloga de 18%.

Os brasileiros também se mantêm como principal mercado, representando quase 90% do total, seguidos pelos argentinos e os portugueses.

 

Para este ano, Gonçalo Rebelo de Almeida considera que os resultados devem estar em linha com os registados no ano anterior. No entanto, tem consciência que "existem alguns pormenores que podem afectar a ocupação das unidades, sobretudo em Portugal". Como a questão do Brexit, a falência de operadores turísticos, companhias aéreas. No entanto realçou que "exitrá um crescimento de alguns dos destinos, como Turquia e Marrocos". Destacou ainda que "o Egipto vai dar um passo grande", recordando que "a Alemanha já abriu de novo para o Egipto". No Brasil, “a tendência é de estabilização”, referiu o Administrador..

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